
A Câmara dos Deputados declarou nesta quarta-feira (30) a perda de mandato de sete deputados federais, após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que alterou a interpretação das regras para a distribuição das chamadas sobras eleitorais — as vagas que sobram na Câmara após o cálculo proporcional baseado no quociente eleitoral.
O Ato da Mesa Diretora oficializando as mudanças foi publicado em edição extra do Diário da Câmara dos Deputados. No mesmo documento, o presidente em exercício, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), convocou os novos parlamentares, já diplomados pela Justiça Eleitoral, para tomar posse como titulares dos mandatos.
Gilvan Máximo (Republicanos-DF)
Augusto Puppio (MDB-AP)
Lebrão (União-RO)
Lázaro Botelho (PP-TO)
Professora Goreth (PDT-AP)
Silvia Waiãpi (PL-AP)
Sonize Barbosa (PL-AP)
Professora Marcivânia (PCdoB-AP)
Paulo Lemos (Psol-AP)
André Abdon (Progressistas-AP)
Aline Gurgel (Republicanos-AP)
Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)
Rafael Bento (Podemos-RO)
Tiago Dimas (Podemos-TO)
O STF determinou um novo critério para a distribuição das sobras eleitorais, alterando a forma como as vagas remanescentes são divididas entre os partidos. O novo entendimento tem impacto direto na composição da Câmara, pois revisa a proporcionalidade das eleições com base no desempenho dos partidos — o que levou à recontagem e consequente substituição de parlamentares.
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